sábado, 6 de maio de 2023

quinta-feira, 13 de outubro de 2022

 

Olá,

Lançamos o curso

COMO ELABORAR UM PLANO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL

O PLS como estratégia para um eficiente ESG

O curso é voltado aos gestores, diretores, analistas e demais profissionais que já implantam ou pretendem implantar as estratégias ESG em suas organizações privadas ou públicas.

Clique no link para acessar a página do curso na Plataforma HOTMART:

 https://go.hotmart.com/I63772634T



quinta-feira, 31 de março de 2022

CURSO COMO APROVEITAR A ÁGUA DA CHUVA

 














Você já analisou a viabilidade de implantar o aproveitamento da água da chuva em seus projetos e construções?

Estou promovendo o curso EAD:

COMO APROVEITAR A ÁGUA DA CHUVA

Neste curso, vou apresentar um conjunto de conceitos e dicas práticas de instalações prediais para a água da chuva, mostrar o funcionamento dos equipamentos envolvidos, ensinar a analisar a viabilidade com o cálculo do retorno do investimento, dimensionar os reservatórios, mostrar vários exemplos e muito mais.

Destaque para a exclusiva PLANILHA de dimensionamento e cálculo do retorno do investimento que é fornecida com o curso.

Maiores informações e inscrições:

https://www.udemy.com/course/como-aproveitar-a-agua-da-chuva/?referralCode=DBA662A2F1CF4FABF3F3


 









ESG + PLS

ESG - Environmental, Social and Governance – ou, em português, ASG, referindo-se às áreas ambiental e social agindo na governança da organização.

A organização que adota o ESG, introduz na estratégia, nos indicadores e na própria medição do desempenho, esses dois fatores (ambiental e social), além dos tradicionais, econômicos e financeiros.

Ao adotar o ESG, a organização assume que os lucros, reflexos de um balanço positivo e vitorioso do atingimento dos objetivos e metas, não pode estar dissociado dos compromissos sociais e ambientais que a organização deve assumir perante seus acionistas, colaboradores e toda a sociedade.

Mais sobre este assunto no curso:

COMO ELABORAR UM PLANO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL

O PLS como estratégia para um eficiente ESG

Clique no link para acessar a página do curso na Plataforma HOTMART:

https://go.hotmart.com/I63772634T?dp=1

e na brochura com os detalhes, o programa do curso e um pouco da minha trajetória:

https://drive.google.com/file/d/10up4dRqdF6NOJYEqM-HzNt-0pDz-NBrF/view?usp=sharing

Qualquer dúvida, me ligue:

55 61 981463435

Ou passe e-mail:

viggianoarquiteto@gmail.com


 













ESG + PLS

PZC?

Programa Zero Carbono: concilia a REDUÇÃO das emissões, através das ações do Plano de Logística Sustentável, com a ABSORÇÃO do gás carbônico da parcela de emissões que não se consegue reduzir.

Mais sobre este assunto no curso:

COMO ELABORAR UM PLANO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL

O PLS como estratégia para um eficiente ESG

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Qualquer dúvida, me ligue:

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Ou passe e-mail:

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Identidade estratégica pela abordagem ESG

 

Mais sobre este assunto no curso:

COMO ELABORAR UM PLANO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL

O PLS como estratégia para um eficiente ESG

Clique no link para acessar a página do curso na Plataforma HOTMART:

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COMO ELABORAR UM PLANO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL

 










Olá,

Lançamos o curso

COMO ELABORAR UM PLANO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL

O PLS como estratégia para um eficiente ESG

O curso é voltado aos gestores, diretores, analistas e demais profissionais que já implantam ou pretendem implantar as estratégias ESG em suas organizações privadas ou públicas.

Clique no link para acessar a página do curso na Plataforma HOTMART:

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Além do vídeo de apresentação, temos também uma brochura com os detalhes, o programa do curso e um pouco da minha trajetória:

https://drive.google.com/file/d/10up4dRqdF6NOJYEqM-HzNt-0pDz-NBrF/view?usp=sharing

Qualquer dúvida, me ligue:

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quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Decreto 10.845 de 25/10/2021 - Dispõe sobre o Comitê Interministerial sobre a Mudança do Clima e o Crescimento Verde

 


O Comitê Interministerial sobre a Mudança do Clima e o Crescimento Verde - CIMV, de caráter permanente, tem a finalidade de estabelecer diretrizes, articular e coordenar a implementação das ações e políticas públicas do País relativas à mudança do clima.

Veja o decreto, na íntegra



O que é ESG?

 

ESG - literalmente, Environmental, Social and Governance – ou, em português, ASG, referindo-se às áreas Ambiental, Social agindo na Governança da organização.

A Organização que adota o ESG, introduz na estratégia, nos indicadores e na própria medição do desempenho, esses dois fatores (ambiental e social), além dos tradicionais, econômicos e financeiros.

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

webinar PESQUISA ECOLÓGICA DE LONGA DURAÇÃO - AMÉRICA LATINA

 


webinar PESQUISA ECOLÓGICA DE LONGA DURAÇÃO - AMÉRICA LATINA

8 e 12/11/2021

Saiba mais em:

https://www.ilter.com.br/


Volkswagen trabalha em tecnologia de carregamento sem fio para carros elétricos

 


A ideia é desenvolver um carregador sem fio de maior potência utilizando designs inovadores, que focalizam as ondas eletromagnéticas para eliminar a interferência e, consequentemente, aumentar a eficiência. Segundo a Volkswagen, nos primeiros testes, um sistema de protótipo mostrou um alto nível de eficiência, no qual 98% da energia usada (bobina a bobina) poderia chegar à bateria do veículo.

saiba mais em:

https://canaltech.com.br/carros/volkswagen-trabalha-em-tecnologia-de-carregamento-sem-fio-para-carros-eletricos-200623/


quarta-feira, 5 de maio de 2021

CURSO ETIQUETAGEM PBE EDIFICA

 O treinamento tem aplicação no desenvolvimento do método PBE Edifica - PROCEL, através de exercícios práticos para avaliação da envoltória da edificação, do sistema de iluminação artificial, e do sistema de condicionamento de ar, possibilitando o PROFISSIONAL conhecimento do nível de eficiência energética das edificações, da redução do consumo de energia, CONFOROT TERMICO E LUMINICO na etapa de projeto ou na etapa de RETROFIT. Aproveite o voucher de 20% de desconto, entre em contato com 11 99534 5054.

https://www.sympla.com.br/etiquetagem-pbe-edifica---procel__1149835

sexta-feira, 9 de abril de 2021

O QUE SÃO PLANTAS #ESPONTÂNEAS E SUA IMPORTÂNCIA PARA O PAISAGISMO SUSTENTÁVEL E CULTIVO #ORGÂNICO


O QUE SÃO PLANTAS #ESPONTÂNEAS E SUA IMPORTÂNCIA PARA O PAISAGISMO SUSTENTÁVEL E CULTIVO #ORGÂNICO

Neste vídeo vou falar um pouco sobre as plantas espontâneas mostrando alguns exemplos.

#plantaespontânea #espontanea #paisagismo #organico #sustentável #hrtaorganica #jardim #horta #semagrotoxico

https://youtu.be/yvq0fnVs9-c


terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Conheça uma composteira de buraco

 Conheça uma composteira de buraco

https://youtu.be/MC4TbYQwilM

#compostagem #composteira #organico #oprgânica #composteiraorgânica #adubo #aduboorgânico #adubação #adubaçãoorgânica #horta #hortaorgânica #hortacaseira #hortadomestica #façavocêmesmo #sustentabilidade #ecoeficiênca #vidaautosuficiente #autosuficiência #autonomia #casaautônoma


sexta-feira, 27 de novembro de 2020

BNDES E ENERGIA LIMPA

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento a dois projetos para implantação de usinas fotovoltaicas, que geram energia elétrica a partir do sol, nos municípios de Oliveira de Brejinhos, na Bahia, e Araxá, em Minas Gerais. Juntas, as duas operações destinam mais de R$ 1,1 bilhão do Banco à produção de energia limpa e renovável. A construção das usinas vai empregar, ainda, cerca de 3.400 pessoas. 


quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Política de Governança de Contratações do Poder Judiciário

Será imperdível nossa live, dia 26/11, às 11hs, sobre a Política de Governança de Contratações do Poder Judiciário! Os especialistas Ítalo Figueiredo, Diretor da 4ª Diretoria da Secretaria de Logística do TCU e Teresa Villac, Advogada da União, participarão de um debate descontraído com Ketlin Feitosa, Assessora-Chefe de Gestão Socioambiental do STJ sobre a Resolução CNJ 347/2020, que trata da temática. A live será transmitida nos canais do Grupo GPS no Instagram, YouTube https://youtu.be/Fb_3avJUu2k e Facebook, Não perca! O link está na bio.

YouTube
Politica de Governança de Contratações do Poder Judiciário - Continuação.
Live, dia 26/11, às 11hs, sobre a Política de Governança de Contratações do...
[Vídeo]




sábado, 21 de novembro de 2020

O surgimento e a evolução do PLS como instrumento de gestão

Por Ketlin Scartezini - Gestora Ambiental do STJ

Era janeiro de 2010.

Um mês um pouco morto já que a maioria dos servidores públicos em Brasília tira férias juntamente com o recesso escolar.

Mas aquele mês foi diferente.

Fui surpreendida pela IN N.1, de 19 de janeiro de 2010/SLTI/MPOG e lembro-me perfeitamente de minha exaltação ao ler o normativo e perceber o salto que a gestão sustentável estava dando naquele momento.

Passados mais de 10 anos após a publicação da Cartilha da Agenda Ambiental na Administração Pública, surgia um normativo que imputava ao gestor público a necessidade de inclusão de critérios de sustentabilidade ambiental na especificação de bens ou contratações públicas.

Foi um alvoroço e uma revolução.

Para quem já atuava na área, a IN foi um alento e representou um avanço há muito esperado.

Mas ela também significava um grande desafio, que consistia no convencimento e na capacitação de servidores e gestores para o devido cumprimento legal da norma.

A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, coordenada pela portuguesa Ana Maria Vieira dos Santos Neto, em conjunto com o Programa da Agenda Ambiental da Administração Pública do Ministério do Meio Ambiente, capitaneado pela servidora Ana Carla Almeida, uniram-se para cumprir uma missão quase impossível. Eu disse quase.

No decorrer das capacitações muitas dúvidas foram surgindo e, independente das questões relativas ao ciclo de vida dos produtos, várias tinham como cerne a ausência de alinhamento entre o planejamento das aquisições e contratações com a execução, que recairia no colo dos fiscais das áreas ou gestores de contratos.

A falta de diálogo organizacional corroborava para uma eventual ineficiência da norma e configurava-se como um dos empecilhos principais a serem superados.

Outro problema era a falta de conhecimento sobre a representatividade destas despesas para a adoção de posturas inovadoras, tais quais as sugeridas pela IN.

Como a A3P colaborou para o surgimento do PLS

Apesar da A3P trazer de forma didática e até lúdica a implementação de uma nova cultura institucional de cunho socioambiental, tendo como base agendas internacionais e os conceitos fundamentais dos 5’Rs (repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar), havia uma resistência organizacional para a mudança.

Era mais fácil continuar a tocar o barco da mesma forma que sempre foi tocado, apesar do cenário econômico do país.

E como isso acontecia? Primeiramente as inovações não eram bem vindas. Nada de pensar fora da caixa ou buscar em experiências em outros órgãos. E quanto ao orçamento, o maior temor era chegar o final do ano e não “devolver” o orçamento para a União.

Quanto ao planejamento, a equação era simples.  Se foram gastos X reais em uma determinada despesa, ao elaborar sua proposta orçamentária para o próximo exercício, bastava acrescentar 10, 20, 30% em cima dos X reais que o órgão gastou no ano anterior. E tinha que gastar tudo. É claro que não podemos generalizar. Havia exceções, mas o cenário era esse em muitos casos.

Pensando num melhor planejamento para os gastos relativos à custeio, a A3P trouxe uma tabela de indicadores a serem mapeados, monitorados e divulgados de forma a subsidiar a alta administração na melhor tomada de decisão para implementação do Programa A3P. Contudo, a agenda não tinha cunho obrigatório e tampouco havia instrumento de monitoramento[1].

Voltando ao assunto, tendo a A3P como base e considerando as inúmeras dificuldades apresentadas nas capacitações pelos gestores quanto ao cumprimento da IN 1/2010, especialmente no que se refere ao planejamento versus execução,  surge a ideia de tornar obrigatório a elaboração de instrumento de gestão administrativa que auxiliasse a Administração Pública no estabelecimento de práticas de sustentabilidade e racionalização de gastos e processos.

Era o prenúncio do Plano de Gestão de Logística Sustentável.

Neste interregno de tempo, a Lei N. 12.349, de 15 de dezembro de 2010, altera o artigo 3º da Lei de Licitação, incluindo a promoção do desenvolvimento nacional sustentável como questão a ser considerada nas licitações.

Celebrando o compromisso do governo brasileiro com o meio ambiente por ocasião da Rio+20, sobreveio o Decreto Regulamentador 7.746, de 5 de junho de 2012, confirmando o compromisso de o gestor em poder adotar critérios de sustentabilidade para as aquisições e contratações públicas.

A novidade maior que o decreto nos trouxe, foi a necessidade obrigatória de implementação de ações de logística sustentável. Nascia assim o Plano de Gestão de Logística Sustentável - PLS.

Em novembro de 2012, a SLTI/MPOG publica a IN 10, na qual são instituídas as regras para elaboração dos PLS, assim como sua definição, conteúdo e indicadores, exemplificados no Anexo III da norma.

Note-se que, comparando-se os indicadores da A3P aos do PLS, a diferença se traduz nos indicadores de telefonia e contratações de serviços de vigilância e limpeza. Importante frisar outras agendas como o Programa de Eficiência do Gasto (PEG) e o Projeto Esplanada Sustentável (PES)[2]

Passados nove anos da edição da IN 10/2012, o PLS proposto inicialmente foi aperfeiçoado e gerou novos frutos.

No âmbito do Judiciário, o tema é abordado no Conselho Nacional de Justiça pela Resolução CNJ N. 201/2015 que trouxe como inovação a obrigatoriedade das unidades socioambientais e a implantação de um sistema próprio de monitoramento para acompanhamento do desempenho dos indicadores. No Legislativo, a iniciativa está sendo disseminada nas Assembleias e é amplamente adotado pela Câmara dos Deputados, Senado Federal e Tribunal de Contas da União.

A visão transversal e sistêmica que o PLS possibilita ao gestor e à alta administração dos órgãos, o fez ser imprescindível como instrumento de governança nas contratações, como se pode observar no § 1º do artigo 2º e Parágrafo único do artigo 7º do Decreto N. 10.024, de 20 de setembro de 2019, que trata das regras de regulamentação das licitações na modalidade pregão e, no âmbito do Judiciário, no artigo 5º da recente Resolução CNJ N. 347, que trata da Política de Governança de Contratações.

Resta como desafio, ampliar o escopo do PLS para as demais despesas de custeio, aperfeiçoar os sistemas de monitoramento (e quem sabe até vinculá-los às propostas orçamentárias mediante resultados) e avaliar sua real efetividade como ferramenta de gestão com o acompanhamento dos desempenhos de consumos e gastos dos indicadores no sentido de aprimorar o planejamento das aquisições e contratações.

[1] O Ressoa, sistema de monitoramento da A3P, surgiu em 2015 após apontamentos do Tribunal de Contas da União em procedimento de auditoria operacional que questionava a efetividade do programa e resultou no Acórdão TCU n. 1752/2011 – Plenário.

[2] Tanto o PEG, lançado em 2006, como o PES, instituído oficialmente em 2012, foram de iniciativa da Secretaria de Orçamento Federal (SOF/MPOG) e tinham como objetivo melhorar a qualidade do gasto público e promover a sustentabilidade por meio da eliminação do desperdício e investimento em equipamentos mais eficientes. (Scartezini, 2019).


Brasília, novembro de 2020


Ketlin Scartezini
Gestora Ambiental do STJ
Em 2014 o STJ ganhou o prêmio A3P de boas práticas com o projeto "Gestão mais racional". 

O troféu do Prêmio A3P de boas práticas

TUDO SOBRE O APROVEITAMENTO DA ÁGUA DA CHUVA

  Olá, saiba tudo sobre o aproveitamento da água da chuva em: https://agua-chuva.blogspot.com/2022/09/loja-virtual_16.html Estou à dispo...